quarta-feira, 7 de junho de 2017

O pavor da direita não é perder para Lula, é enfrenta-lo em uma campanha eleitoral!

A direitalha, que precisa tirar do caminho o líder político chato, que insiste na tese da inclusão social dos mais pobres, sabe que seria desastroso para as suas pretensões o “bode cachaceiro” poder usufruir de semanas a fio de programas de propaganda eleitoral na TV.


Como o aluvião que vai sendo depositado lentamente e sedimentando no fundo do rio, o ódio patológico contra Lula foi sendo alimentado aos poucos, com mitos, calúnias e mentiras. Fenômeno, aliás, que é muito anterior ao Lula Presidente. Já era preciso desmoralizá-lo como dirigente sindical, por isso, bem antes de ser proprietário “só-que-não” de um tríplex na Baixada Santista, ele tinha uma suntuosa mansão no Morumbi, que até hoje ninguém viu, nem sabe onde se localiza.
A direitalha, que precisa tirar do caminho o líder político chato, que insiste na tese da inclusão social dos mais pobres, sabe que seria desastroso para as suas pretensões o “bode cachaceiro” poder usufruir de semanas a fio de programas de propaganda eleitoral na TV. Luís Inácio teria espaço amplo e sem contestação para chamar seus acusadores à “prestação de contas”, para que fossem apresentadas, finalmente as provas resultantes da furiosa devassa em suas contas bancárias, seu patrimônio, sua vida e de dezenas de pessoas físicas e jurídicas de seu círculo de relações.
As massas imbecilizadas pelo veneno midiático de início explicariam tudo pela “extrema cara de pau” de um suposto bandido que não ficaria vermelho ao negar seus malfeitos, mas esse argumento teria prazo de validade. Somado um primeiro e um eventual segundo turno, seriam mais de quarenta dias de programa eleitoral televisivo, sem falar dos prováveis debates. Cobrando provas, contas bancárias, patrimônio, Lula teria absoluto domínio da situação. Colocaria, sem a menor dúvida, seus detratores na defensiva.
Entre os entrevistados pelas pesquisas de opinião que formam o favoritismo do metalúrgico/presidente certamente há muitos adeptos do “roubou mas fez”. Difícil imaginar o resultado quando, ao fim e ao cabo de uma campanha eleitoral, multidões forem convencidas que “além de ter feito, não roubou!” É essa perspectiva que tira o sono dos golpistas que, para piorar, afundam na lama a cada dia mais!



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