terça-feira, 23 de maio de 2017

O modelo fracassado de Aécio, que Sartori tent implantar aqui

Olhando para os resultados das eleições presidenciais de 2014, os brasileiros podem respirar aliviados. E os gaúchos podem baixar a cabeça, envergonhados. Se dependesse da maioria dos eleitores do nosso Estado, Aécio Neves teria sido eleito presidente da república. A “sangria” das investigações teria sido “estancada”, e, sob total blindagem da mídia, o Mineirinho teria implantado em escala nacional a gestão que desgraçou o Estado Mineiro.
Cidade Administrativa: suntuosidade que custou 2,1 bi aos mineiros

Miséria e obras faraônicas, na mesma Minas Gerais


Nos últimos dias os noticiários tem mostrado a miséria a que estão submetidas as populações rurais do Vale do Jequitinhonha, no noroeste mineiro, região assolada por cinco anos de estiagem. Enquanto isso, na Capital Belo Horizonte, os governos tucanos, Aécio Neves à frente, enterraram 2,1 bilhões de reais na construção da suntuosa “cidade administrativa”, um conjunto de prédios

luxuosos inaugurado em 2010, paraabrigar a administração estadual. Delatores da Odebrecht, no âmbito da Operação Lava Jato, denunciaram um esquema de propinas envolvendo as obras da cidade administrativa, em que Aécio e seu grupo receberiam entre 2,5% e 3% do valor dos contratos. Fraudes nas licitações foram denunciados por empreiteiras.

Um modelo fracassado, que Yeda tentou e Sartori ainda tenta copiar aqui


 Choque de gestão: essa é a expressão metafórica que os neoliberais tem utilizado para encobrir o real significado do seu programa, qual seja reduzir gastos sociais, pôr o Estado a serviço das elites, obrigar toda a população a trabalhar para alimentar o rentismo, que multiplica fortunas financiando dívidas públicas pagas já várias vezes, mas que mesmo assim não param de crescer. Aécio, o propineiro mais citado e mais chato do Brasil, implantou com grande alarde o tal “choque” em Minas. Os resultados foram desastrosos: segundo estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro - FIRJAN, somente o Rio Grande do Sul vive situação financeira pior que o Estado mineiro. E os números mostram que o déficit social, com a piora de indicadores, é ainda pior que o financeiro-orçamentário! Foi esse o modelo que Yeda Crusius tentou, e felizmente não conseguiu implantar aqui. Mas Sartori, com seus “pacotaços” ainda não desistiu. Desmonte do Estado, entrega de estatais lucrativas, achatamento salarial dos servidores, corte de gastos na saúde e na educação, estão aí para provar que o apoio de Sartori & cia a Aécio não foi mera coincidência!

Nenhum comentário:

Postar um comentário